Desmantelada rede de tráfico sexual na Austrália

A polícia australiana libertou, no dia 07 de março, em Sidney, dez mulheres de nacionalidade sul-coreana da situação de escravas sexuais em bordéis da cidade. A rede de traficantes de mulheres para exploração sexual, da qual foram detidas cinco pessoas, atraía, também, jovens da China e do Japão,  forçando-as a trabalhar até 20 horas por dia. A atividade rendia pelo menos 1,5 milhões de euros por ano.

A polícia australiana disse que as mulheres sabiam que iam trabalhar como prostitutas, mas desconheciam as condições de escravatura a que eram depois submetidas. Os traficantes ficavam com os passaportes como forma de evitar que as mulheres fugissem ou pedissem ajuda.

Cinco pessoas foram presas, incluindo uma mulher sul-coreana e uma mulher de dupla nacionalidade (australiana e sul-coreana), acusadas de tráfico de pessoas e exploração sexual.

“Provavelmente, esta é a maior rede que já desmascaramos”, disse a secretária-adjunta do Departamento de Imigração da Austrália, Lyn O´Connell.

A investigação demorou seis meses, usando escutas telefónicas e intercepção de documentos.

A prostituição é legal na Austrália, mas desde 1999 que há legislação que proíbe a exploração das mulheres por terceiros.

Fonte: SIC

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